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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Concordo Vinícius, concordo...

Poesia muito linda de Vinícius de Moraes.
É bom saber que não fui o único que amou intensamente e sofreu por amor.
Ele fala disso, com uma levesa singular...

Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não.

domingo, 9 de maio de 2010

Relógio

Quanto mais o tempo passa
Cada vez que olho o relógio
Fico tão triste, quanto num dia nublado
O tempo corre tão depressa
Sinto meu coração apertado

Só de pensar
Na despedida
De imaginar
Que nunca mais irei vê-la

A cada dia que passa
Sinto-me mais triste
A cada dia
O meu entusiasmo some

Não sei do que mais sentirei falta:
Daquele seu sorriso ingênuo;
Do seu toque,
Leve como a brisa da manhã
Que toca o meu rosto marcado;
Daquele olhar de canto de olho
Mas
Do que mais sentirei falta
É do seu beijo!
Doce, como néctar dos deuses

Podem-se passar dias
Semanas
Anos
Mas sei
Dentre a multidão
Irei te reconhecer
E lembrarei
De como marcaste a minha vida.

Dedicada a uma otária que marcou a minha vida. TE AMOOOO IDIOTAA

domingo, 25 de abril de 2010

Poemas (1)

Essa poesia eu escrevi hj msm. É para uma pessoa muito especial para mim.
É uma "golducha" que gosto bastante.

Mafe

Seu sorriso

Não sai da minha mente

Aquele sorriso alvo

Que me acalma

Atrai-me como um imã

Mesmo estando tão longe

Fecho os olhos, e logo estou com contente


Seu cabelo...

Cachos que me alucinam

Longas madeixas de sereia

Minhas mãos se perdem

Nessa imensidão alucinante

Onde quero me perder eternamente


Ao mesmo tempo

Eu te repudio

Bradando aos quatro cantos

Que nunca mais quero lhe ver

Esse pensamento

Ah tolo instante!


No seguinte momento

Faço juras de amor

Querendo que sejas só minha


Socorra-me, Poetinha

Não sei se rogo para

Afastar-me os olhos da pequena morena

Ou

Se recitarei

Em verso e prosa

Os acrobatas